Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta oral. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta oral. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 4 de março de 2015

Relax From Oral

                 Hoje ERA dia de apresentação oral a Português e claro que Mickey que é não a fez! Nem eu nem os restantes alunos que a iram fazer. Eu para esta apresentação não preparei aqueles textos longos todos pipis, e esforçar-me para o decorar. Foi muito mais simples que isso, peguei no tema vi algumas coisas relacionadas na Internet e claro não escrevi rigorasamente nada, até porque o tema é para ser comparado aos dias de hoje tendo em conta que vem de uma obra a retratar o século passado.
                 As apresentações foram adiadas para amanhã o que nem me aquece nem arrefece. Então amanhã o dia será de teste de Biologia e Geologia par ao qual ainda não estudei, mas só o farei a partir de agora e de apresentação oral. Com a sorte que tenho tido acho que vai tudo correr bem, e assim tenho de pensar sempre! 


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Mickey, O Burro


                  Existe por aí alguém bom a analisar poemas? É que a aqui o Mickey perdeu as capacidades de saber figuras e recursos de estilo, se é que alguma vez as teve. Tirando a minha burridade em gramática, venho por este meio pedir a vossa ajuda em conjunto para aqui o Mickey apresentar um poema como apresentação oral a português! Esta apresentação já devia ter sido feito faz hoje 2 semanas, mas como faz hoje 2 semanas que não pôde dar o prazer de me apresentar para o espetáculo de variedades desse dia foi-me adiado o espetáculo para de amanhã a uma semana, no mesmo dia do teste de Biologia. O que queria que me ajudassem era a encontrar figuras ou recursos de estilo no poema seguinte, pois já sei do que o poema fala envolvendo as temáticas do nosso querido amigo Alberto Caeiro! Façam esse favorzinho aqui ao vosso amigo da Disney!

" Quando tornar a vir a Primavera 
Talvez já não me encontre no mundo. 
Gostava agora de poder julgar que a Primavera é gente 
Para poder supor que ela choraria, 
Vendo que perdera o seu único amigo. 
Mas a Primavera nem sequer é uma cousa: 
É uma maneira de dizer. 
Nem mesmo as flores tornam, ou as folhas verdes. 
Há novas flores, novas folhas verdes. 
Há outros dias suaves. 
Nada torna, nada se repete, porque tudo é real."