Há pouco cheguei de um café com o grupo de amigos que tanto gosto. Correu tudo bem e devia estar contente e não tinha nada para me preocupar. Mas não é assim que me sinto. Sinto-me em baixo e com pensamentos que envolvem sentimentos nas crush's. Não sei, mas acho que tenho duas crush's. Não sei, não sei, não sei mesmo. Ambas são crush's que tive em tempos que agora voltaram. Uma delas sei que é quase impossível, sendo que tem namorada aparentemente, e mesmo assim não consigo deixar de ter a crush. A outra é a tal crush da qual tudo é incógnito, e nada sei se dará ou não, se deva ou não meter conversa com ele, sendo que ainda quando estive a tomar café nos vimos e olhámos um para o outro. Não sei, mas acho que o problema sou mesmo eu. Sou eu porque procuro uma experiência amorosa quando não sei o que esperar, nem sabendo o que fazer para a tentar conseguir. Talvez tudo não passe de fantochadas e acabe por ver que afinal tudo o que era ilusões. Nem tudo o que parece é, mas parece que sou uma marioneta que não sabe sabe desenrascar sem alguém a coordenar os movimentos. Preciso daquela pessoa que me conheça bem e me faça ver que nada disto sou eu. Que nada disto implica para a minha vida e me diga que estou apenas a ser criança e irracional. Preciso de crescer e ver o mundo como ele é, frio.
domingo, 22 de março de 2015
Desabafos || 21/03/15
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sábado, 21 de março de 2015
Top 5 || Aplicações Sociais
Este é o Top 5 onde vos apresento as minhas aplicações que me ligam diretamente ou não ao mundo. Para mim estar em contato com o mundo a partir destas aplicações é bem frequente. Quando tenho um tempo livre, quando estou à espera de alguém para um café ou mesmo para matar algum tempo nas aulas quando está a ser demasiado desinteressante, ligo os dados móveis ou ligo-me à Internet do bar ou da escola, e lá vou eu ver o mundo.
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sexta-feira, 20 de março de 2015
Mesmo Que Goste, Quem Gostará?
Não sei o que é auto estima. Não sou pessoa de olhar para ela mesma e pensar positivo e pensar o melhor de mim. Amor por mim pouco, mas sempre sobe um pouco e me sinto um degrau acima no que toca a gostar da minha pessoa, acabo por cair dois ou três. Não sei lidar quando caiu e acabo por cair sozinho e sem saber levantar-me de seguida. Sinto-me perdido. Não é por falta de gente que tenha a minha volta a tentar com que goste mais de mim, mas porque aquilo que a vida é para mim é aquilo que não queria. Se tento que a vida não seja assim? Claro que sim, mas acaba sempre em vão. Claro que primeiro tenho de gostar de mim para deixar que outros gostem de mim, mas não consigo.
Tento mais que os outros gostem de mim do que eu próprio. Acabo por esconder aquilo que sou a mim mesmo, e acabo por não saber os sentimentos que tenho em mim. Gostava de ser confiante tanto como vemos na rua aquelas que se afirmam pelo que que gostam e lutam pelos seus ideais, algo que mim não encontro.
A auto estima não vale só pelo seu valor por dentro, o exterior conta também e no meu caso acaba por desabar este mundo. Não sinto nada positivo quando me olho ao espelho. Por vezes acabo a olhar-me ao espelho e pensar como é possível as pessoas darem valor a tal, tal como eu não consigo perceber se o que mostram é real quando perante mim se dão. Mesmo que goste de mim um pouco nunca me sinto amado pelos outros, acabando por me rebaixar à insignificância de um nada.
Tento mais que os outros gostem de mim do que eu próprio. Acabo por esconder aquilo que sou a mim mesmo, e acabo por não saber os sentimentos que tenho em mim. Gostava de ser confiante tanto como vemos na rua aquelas que se afirmam pelo que que gostam e lutam pelos seus ideais, algo que mim não encontro.
A auto estima não vale só pelo seu valor por dentro, o exterior conta também e no meu caso acaba por desabar este mundo. Não sinto nada positivo quando me olho ao espelho. Por vezes acabo a olhar-me ao espelho e pensar como é possível as pessoas darem valor a tal, tal como eu não consigo perceber se o que mostram é real quando perante mim se dão. Mesmo que goste de mim um pouco nunca me sinto amado pelos outros, acabando por me rebaixar à insignificância de um nada.
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